Monday, May 28, 2007
Rápidas melhoras à (triste) Oposição
Hermínio Loureiro, presidente da Liga de Clubes, o homem a abater por Benfica e Nacional, esteve há dias na Madeira para participar num debate sobre 'Lei de Bases da Actividade Física e do Desporto/Lei de Bases do Sistema Desportivo da RAM'. Falou-se demasiado tempo sobre a proposta do Governo da República e da pronta resposta dos governantes da Madeira - discutir sem apresentar ideias é típico do bom português. Os 'coitadinhos daqui' expuseram argumentos contra o 'fascismo' central, mas esqueceram-se de debater o mais importante, do obsoleto sistema desportivo regional que é fundamental alterar. Ausente do debate esteve a triste Oposição da Madeira. Gostaria de ter ouvido a triste Oposição sobre o assunto, mas a triste Oposição está mais preocupada em continuar a ser triste Oposição, do que em fazer algo por nós madeirenses. É o que temos, uma triste Oposição - estarei a ser repetitivo? Depois das eleições, o 'coitado', perdão, o candidato Jacinto Serrão foi 'empurrado' para Lisboa, porque não se demitiu, prometendo - ufa! - não se candidatar a mais nada. A triste Oposição, aquela que mal viu o 'cadáver' do político entrar em decomposição, saltou de imediato para agarrar o apetitoso osso, mas em vez de fazer alguma coisa por nós madeirenses, continua a insistir nas 'guerras de comadres'. Gostaria de ver uma alternativa política na Madeira, que aparecesse alguém com ideias práticas, viáveis e concretas para ajudar o futuro desportivo da Madeira, mas com José António Cardoso e João Carlos Gouveia... só me apetece dizer: "Volta Jacinto, estás perdoado!" Onde anda a malta nova? Ah, já sei, anda 'encostada' pelos barões da política - e ainda dizem que o desporto é um mundo de cão. É o que temos, uma triste Oposição. E como só há uma triste oposição, no desporto o 'grito do Ipiranga' partiu de Alberto João Jardim: "Uma vergonha", disse, comentando as épocas desportivas de Marítimo e Nacional, sobretudo a temporada dos verde-rubros. A segunda consecutiva. Será que não há duas sem três? Convirá que o adágio popular não faça as delícias daqueles que se 'abrigaram' no alto das montanhas, caso contrário... vão rolar (mais) cabeças. Tempo não vai faltar para planear (como deve ser) a próxima época. Com 'pazos' certos e rezando para que 'Jesus' consiga fazer milagres, o Marítimo não mais poderá dar 'tiros nos pés' com erradas políticas de contratações e afins. Os dirigentes não marcam golos, é certo, mas por vezes dão ajudas involuntárias nos autogolos. E neste Marítimo têm sido marcados muitos autogolos. Demasiados. Já sei que (muitos) me querem apertar o pescoço...
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